A digestão dos alimentos fica comprometida quando se come em excesso e o pâncreas é incapaz de segregar uma quantidade suficiente de enzimas para o duodeno. Isto pode provocar má absorção, proliferação de bactérias putrefativas e transformação, por bactérias indesejáveis, de certos aminoácidos (presentes em proteínas não digeridas) em substâncias tóxicas, que podem causar danos a nível intestinal, provocar inflamação, psoríase, entre outros.
As proteínas não digeridas são potenciais alergénios quando entram em contacto com o sistema imunitário. Por outro lado, os aminoácidos individuais (componentes das proteínas) não são reconhecidos pelo sistema imunitário como invasores e, por este motivo, não desencadeiam reações alérgicas. A absorção das proteínas não digeridas, ou parcialmente digeridas, pode ser indicativa de permeabilidade intestinal excessiva.
As intolerâncias alimentares são, muitas vezes, confundidas com alergias. Embora ambas possam provocar uma reação adversa, a diferença reside no facto de as intolerâncias não serem desencadeadas por uma resposta do sistema imunitário. As intolerâncias podem ocorrer quando um elemento particular dos alimentos não é digerido, por causa de uma deficiência enzimática. Um exemplo é o caso da intolerância à lactose, em que a deficiência da enzima lactase origina uma metabolização inadequada da lactose (açúcar naturalmente presente no leite), o que resulta em inchaço, flatulência, diarreia e cólicas abdominais.
As proteases (exemplos: tripsina, quimotripsina) são importantes na prevenção de coágulos de fibrina, que se formam durante o processo de inflamação. A formação de fibrina à volta da área de inflamação bloqueia os vasos linfáticos e sanguíneos, provocando inchaço. A fibrina também está envolvida na formação de coágulos sanguíneos nas veias, artérias, capilares, levando potencialmente à trombose, ataque cardíaco e AVC. As proteases são capazes de promover a degradação da fibrina e, desta forma, são de grande potencial no tratamento de muitas condições inflamatórias e oclusões vasculares.
A Solgar desenvolveu este suplemento para auxiliar nos casos em que a digestão é deficiente. Este suplemento fornece um complexo equilibrado de enzimas digestivas que vão ajudar na digestão das proteínas, hidratos de carbono e lípidos da dieta.
A presença dos vários tipos de enzimas, assim como do extrato de hortelã-pimenta, que é um estimulante da atividade gástrica, vai ajudar a que os alimentos sejam corretamente digeridos e os nutrientes absorvidos.
De um modo geral, o Suplemento Alimentar Enzimas Digestivas pode ser aconselhado como coadjuvante:
- Em caso de insuficiência pancreática
- Em caso de inchaço, flatulência ou diarreia
- Em caso de indigestão
- Em caso de alergia alimentar
- Em caso de intolerância alimentar
Isento de: açúcar, sal, glúten, trigo, soja, levedura, edulcorantes, aromatizantes e corantes artificiais. Formulado sem o uso de conservantes, corantes ou aromatizantes artificiais.
Como suplemento alimentar para adultos, tomar 1 comprimido a cada refeição principal, até um máximo de 3 comprimidos por dia, ou segundo prescrição médica ou do seu técnico de saúde. Não exceder a toma diária recomendada.
Precauções: Se estiver grávida, a amamentar, a tomar alguma especialidade farmacêutica ou se sofre de alguma doença, consulte o seu médico ou técnico de saúde antes de tomar este suplemento. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado, equilibrado e de um estilo de vida saudável. Manter fora do alcance das crianças. A informação contida nesta ficha não tem por objetivo a substituição de qualquer diagnóstico ou aconselhamento médico. Conservar à temperatura ambiente em local seco, fresco e ao abrigo da luz e humidade. Não usar caso não tenha invólucro exterior ou se este se encontrar danificado. Após abertura consumir de forma contínua de acordo com o modo de tomar.